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sexta-feira, 11 de novembro de 2011

Uma aula sobre o corpo humano para os que defendem o ABORTO!

terça-feira, 11 de outubro de 2011

NEM PAPAS, NEM JUÍZES. AS MULHERES DECIDEM! (ABORTO)

Antes que prossiga com a leitura recomendo que pense bem, pois esta postagem possui imagens fortes e que podem impressionar você...

Assinado, Gabriel Barros!


Enquanto caminhava pelo centro da cidade a alguns dias atrás deparei-me com as seguintes imagens que se espalhavam por toda parte....


Talvez eu seja realmente uma pessoa muito sensível, ou como alguns dizem um babaca que não acompanha a modernidade, mas analisando tudo o que sei sobre o assunto, eu percebi que aos poucos o Brasil caminha em uma direção que não existe volta... A Legalização do Aborto...


Hoje os “Pró-Aborto” estão escondidos e não chamam tanta atenção, mas aos poucos estão mostrando suas garras... Sabemos que alguém é “Pró-Aborto” quando diz a seguinte frase dentro do tema ABORTO: A mulher é livre para usar o próprio corpo como bem desejar...


É claro que a mulher é livre, mas o problema é saber se a criança que está ali dentro também PODE ser livre... Nossa constituição ERA totalmente contra o ABORTO que não ERA tolerado em NENHUMA circunstancia, a não ser que a mãe e a criança corressem risco de vida, então existia a opção, que em tempos remotos SEMPRE era pela vida da Criança, e eram as próprias mães quem tomavam essa decisão...


A muito tempo atrás, ter uma criança era sinal de Graça e Benção de Deus derramada sobre o casal, hoje com a VULGARIZAÇÃO do ato sexual (que deixou de ser um ato de amor para ser um ato animalesco) muitas jovens mães e muitos jovens pais estão aparecendo em numero cada vez maior, e veja! Eles usam camisinha, contraceptivos, e tomam a pílula do dia seguinte (um aborto liberado pela lei, já que existe vida a partir do instante da fecundação)... Como são ADULTOS nossos jovens... Pena que não o bastante para compreender que a única forma de se evitar uma gravidez indesejada, assim como doenças e problemas que vem o ato sexual vulgarizado é pura e simplesmente o RESPEITO AO PRÓPRIO CORPO.


As imagens que você pôde acompanhar durante a postagem podem ser encontradas facilmente vagando pela internet, e até recomendo que seja usada em sala de aula, durante a catequese e encontros pastorais com Jovens... Para esses fins disponibilizo também este texto do Blog Skate Cristo, apenas implorando que seja apresentado ao maior numero de pessoas possível, pois se a lei do aborto já estivesse aprovada a algum tempo atrás, VOCÊ poderia não estar lendo esta postagem.


Respeite seu corpo, respeite o corpo de quem ama. Espere que a maturidade chegue para que você aproveite a sua sexualidade com a pessoa que ama dentro do matrimonio, e nunca, jamais tire uma vida, pois assim permitimos que mais crianças possam ouvir um...


Feliz dia das Crianças...

segunda-feira, 29 de agosto de 2011

Isso não é intromissão — é assassinato

22 de agosto de 2011 (AlbertMohler.com/Notícias Pró-Família) — Eufemismos são o refúgio da covardia moral, e nenhum eufemismo é tão covarde ou tão mortal quanto a “redução” — uma palavra que soa como matemática, mas realmente significa assassinato. A edição de 14 de agosto de 2011 da revista The New York Times Magazine deixa esse fato claro em sua matéria de capa, “The Two-Minus-One Pregnancy” (A gravidez de dois menos um).
A jornalista Ruth Padawer primeiramente leva seus leitores à sala de exames de um obstetra que está para abortar um dos dois fetos dentro do útero de uma mulher identificada como “Jenny.” Padawer escreve:
Enquanto estava deitada na mesa de exames do obstetra, Jenny estava grata que o técnico de ultrassom havia desligado a tela no alto. Ela não queria ver as duas sombras flutuando dentro dela. Desde que havia feito sua decisão, ela havia tentado com todas as forças não pensar sobre elas, embora muitas vezes não conseguisse pensar em quase mais nada. Ela estava com 45 anos e grávida após seis anos de contas de fertilidade, injeções de ovulações, óvulos de doadoras e desapontamentos — mas aí estava ela, já na 14ª semana de gravidez, escolhendo extinguir um dos dois fetos saudáveis, quase como se fosse ter metade de um aborto. Quando o médico introduziu a agulha no abdome de Jenny, mirando um dos fetos, Jenny tentou não demonstrar medo, apanhada entre intenso alívio e intensa culpa.
É claro que Jenny “não estava tendo metade de um aborto”, pois ela estava abortando um bebê que estava tão vivo quanto seu irmão gêmeo. A “redução” de múltiplas gravidezes é agora parte da atividade profissional de obstetras, embora em grande parte seja uma prática mantida oculta dos olhos do público. Ruth Padawer explica que a necessidade de reduções é induzida por avanços nas tecnologias reprodutivas e pela hesitação de muitas mulheres de aceitar uma gravidez múltipla. Algumas das drogas de fertilidade mais amplamente usadas aumentam a probabilidade de uma gravidez múltipla, como é comum nos procedimentos normais de fertilização in vitro.
Esse procedimento foi proposto pela primeira vez como um meio de reduzir o risco de ter três ou mais bebês numa única gravidez. Em anos mais recentes, vem aumentando de modo gradual a exigência de reduzir gêmeos para que a gravidez seja apenas de um único bebê. Num centro médico da cidade de Nova Iorque, mais da metade de todos os procedimentos de redução eram para reduzir gêmeos para fazer com que a gravidez fosse de apenas um bebê. A reportagem de Padawer é em grande parte sobre esse fenômeno, pois a redução de uma gravidez de gêmeos para que no resultado final haja só um bebê não tem nada a ver com uma medida de aumentar as chances de um parto saudável, mas com uma medida para aumentar sinistramente o que equivale à preferência pessoal.
Jenny deixa isso claro. Ela explica que havia concebido por meio da fertilização in vitro e uma doadora de óvulos. Se a gravidez tivesse ocorrido naturalmente, ela disse: “Eu não teria reduzido essa gravidez, pois a gente sente que há uma ordem natural, então não queremos perturbá-la”. Apesar disso, “A gravidez foi toda tão voltada ao comércio, para começo de conversa, que esse problema se tornou apenas mais outra coisa que poderíamos controlar”.
Essas palavras fazem uma revelação estupenda. Aqueles que têm tentado justificar todo e qualquer meio de controlar a reprodução precisam enfrentar com honestidade o fato de que criaram o que equivale a um mercado de consumo onde os bebês são o produto — e as consumidoras acabam achando alguém para fornecer o que elas exigem. No que se refere à vida humana, o palco está pronto para a exibição de tragédias.
Em sua reportagem, Ruth Padawer diz que no início, por motivos morais, os obstetras demonstravam hesitação para reduzir gêmeos de modo que a gravidez ficasse com apenas um bebê, e muitos médicos que realizam reduções se recusam a reduzir para menos de gêmeos. Mas a prática está aumentando, refletindo uma mudança nos costumes médicos. Ela traça o perfil do Dr. Mark Evans, que na primeira vez recusou reduzir gêmeos por razões morais. Em 1988 ele foi um dos autores de normas éticas para reduzir gravidezes que declarou que as reduções para menos de gêmeos era antiética. Evans escreveu que os médicos não deveriam se permitir se tornarem “técnicos para atender os desejos de nossas pacientes”.
Contudo, em 2004 o Dr. Evans reverteu sua posição na questão. Padawer explica a justificativa dele:
Em primeiro lugar, à medida que mais mulheres na faixa etária dos 40 e 50 anos engravidavam (muitas vezes graças aos óvulos de doadoras), elas fizeram pressões para que houvesse reduções de dois para um bebê por razões sociais. Evans compreendia o motivo por que essas mulheres não queriam chegar aos 65 anos de idade se preocupando com dois adolescentes tempestuosos ou duas contas de despesas universitárias. Ele observou que muitas das mulheres estavam em seu segundo casamento, e embora elas quisessem criar um bebê com seu novo marido, elas não queriam dois, principalmente se já tinham filhos de um casamento anterior. Outras haviam adiado engravidar para se dedicarem a uma carreira profissional ou para estudos, ou eram mulheres solteiras cansadas de esperar o parceiro certo. Quaisquer que fossem os motivos particulares delas, essas pacientes concluíram que não tinham os recursos para lidar com o caos, gritos estereofônicos e exaustão de criar gêmeos.
Observe com cuidado que a justificativa oferecida para matar um bebê em gestação é claramente identificada como “razões sociais”. Não dá para se levar a sério a justificativa médica que ele citou, mesmo quando ele cita “estudos recentes” que “revelaram que os riscos de gravidezes de gêmeos eram maiores do que se pensava antes”. Conforme esse artigo deixa abundantemente claro, o principal risco de uma gravidez de gêmeos hoje é o risco de que um dos gêmeos será intencionalmente abortado.
“A ética”, o Dr. Evans disse para Padawer, “se desenvolve com a tecnologia”. Essa é a base para a ética médica assassina. A Cultura da Morte trabalhou até se introduzir na lógica da moderna ética médica ao ponto em que esses obstetras justificam o assassinato de bebês saudáveis apenas porque os pais não querem o peso de gêmeos.
Padawer permite que muitas das mães que buscam reduções falem de suas intenções sem nenhum esforço de filtrar a linguagem delas. Certa mãe disse que sentia como se sua gravidez de trigêmeos “fosse um monstro”. Ela acabou achando o Dr. Evans, que reduziu sua gravidez, deixando no final apenas um bebê. De forma nua e crua, Padawer informa que algumas mulheres usam as reduções para escolher o sexo de seu bebê. “Até a década passada, a maioria dos médicos se recusava até mesmo a tocar nessa questão”, relata ela, “mas essa demarcação ética sofreu erosão, à medida que cada vez mais pacientes fazem pressões para ter essa opção e cada vez mais os médicos estão descobrindo que um número muito grande de clientes opta por bebês do sexo feminino”.
Em outras palavras, os abortos de seleção de sexo seriam antiéticos apenas se a demanda por um dos sexos estivesse em desigualdade?
Para seu crédito, Ruth Padawer aponta para o crescente mercado de consumo para bebês como produtos como a raiz de todo esse problema. Ela escreve:
Vimos a crer que as melhorias não são só nossa obrigação, mas também nossa responsabilidade. Só olhe para a revolução nas atitudes para a seleção de doadores de óvulos e esperma. Na década de 1970, quando a doação de esperma estava decolando, a maioria das clientes eram mulheres casadas que tinham maridos inférteis; muitos casais não queriam saber sobre a fonte da doação. Hoje as pacientes nos Estados Unidos podem escolher doadores com base não só em sua altura, cor do cabelo e origem étnica, mas também em suas realizações acadêmicas e atléticas, temperamento, qualidade dos cabelos e até mesmo o comprimento dos cílios do doador.
“The Two-Minus-One Pregnancy” (A gravidez de dois menos um) é um dos artigos mais importantes de anos recentes. Com franqueza assustadora e firme, Ruth Padawer virtualmente força seus leitores a ver o raciocínio torcido que justifica o assassinato de bebês em gestação, e então tenta esquivar-se da responsabilidade moral chamando o procedimento de “redução”.
Evidentemente, há uma história por trás dessa história. O cruzamento onde as modernas tecnologias reprodutivas e o aborto legal se encontram é agora um lugar mortal para muitos bebês em gestação. No nome da preferência pessoal e por “razões sociais”, algumas mulheres agora exigem que seus múltiplos bebês sejam abortados para que elas tenham apenas o único bebê que querem.
Padawer diz que muitos americanos não se sentem a vontade conhecendo esses fatos, talvez “porque o desejo de mais escolhas entre em conflito com nosso sentimento de desconforto de se intrometer mais e mais em aspectos da reprodução”.
Mas o procedimento tão desonestamente chamado de “redução” não tem realmente a ver com mera “intromissão”. É assassinato.
Publicado com a permissão de AlbertMohler.com
Artigos relacionados:
Traduzido por Julio Severo: www.juliosevero.com
Veja também este artigo original em inglês: http://www.lifesitenews.com/news/this-isnt-meddling-its-murder
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sexta-feira, 29 de julho de 2011

Resposta para um CRISTÃO evangélico EM DÚVIDA


Desde a época das eleições, temos feito o possível para responder todos os emails e encaminhar esclarecimentos à imprensa, blogueiros e leitores.

Diferentemente do que fazemos, publicando endereço eletrônico visível no blog - domluizbergonzini.com.br - muitos se escondem atrás dos blogs ou de emails desconhecidos, que impedem a comunicação. Entendemos que essas pessoas que se escondem não são capazes de debater idéias. Só ficam agredindo pessoas.

Outras pessoas, até mesmo cristãs, não estão suficientemente esclarecidas a respeito do aborto e das iniquidades. Um homem que se disse cristão evangélico nos escreveu e nós respondemos. Julgamos importante publicar estes argumentos porque há muitos cristãos católicos, evangélicos e de outras denominações que continuam em dúvida e precisam ser esclarecidos.

Disse ele sobre o aborto: "Ocorre que há milhares de casos onde - independente de nossa vontade - haverá o aborto. Sem que estas mulheres tenham acesso a hospitais e clínicas especializadas, muitas delas irão morrer..."

Respondemos: O senhor situou bem o problema - acesso a hospitais e clínicas especializadas. A saúde pública brasileira está na UTI. Em plena Brasília, Capital do Brasil, uma mulher ficou com uma criança morta em seu útero por oito dias, outra recebeu o feto dentro de um vidro! Há partes do país onde as seringas são reutilizadas, depois de lavadas com água do rio, conforme a televisão mostrou.

Segundo a medicina, em até 30% das gravidezes os bebês não nascem vivos, por causas naturais. Esses casos são chamados abortos espontâneos. E muitas mulheres não têm assistência médica.

O estudo do IBGE aponta que a principal causa de mortalidade materna é a falta de assistência médica.

Todas as pessoas querem jogar a responsabilidade da falta de assistência médica sobre a Igreja Católica, quando a responsabilidade é do Governo que não investe em Saúde.
Estamos falando, há bastante tempo, que o problema da mortalidade materna é a falta de atendimento médico, de exames, de dar dignidade para a mulher durante a gravidez. As pessoas distorcem e desviam o foco para a religião, porque isso afeta partidos governantes, que não fazem nada em matéria de saúde. Só pensam em matar crianças, impedi-las de nascer.

Disse ele sobre as iniquidades e a Igreja Católica: "A Igreja Católica poderia oferecer uma importante contribuição à prevenção do aborto caso passasse a estimular a educação sexual nas escolas e alertasse os jovens sobre a importância do uso de preservativos, da pílula e outros contraceptivos. Como sabemos, entretanto, faz exatamente o contrário. A razão é simples: acima das pessoas a Igreja defende seus dogmas. É isto, no fundo, o que nos separa."

Respondemos: A Igreja Católica, ao contrario do que o senhor afirma, tem programas de orientação sexual. Tem a Pastoral da Criança que atende a mulher desde o dia da fecundação e acompanha a criança depois do nascimento. A razão da Igreja para não apoiar o uso de preservativos, de pílulas abortivas e outras drogas é que elas incentivam a promiscuidade, a permissividade, a infidelidade e outras iniquidades e vão contra o Evangelho. Não são os dogmas que repudiam as iniquidades. É o Evangelho:

"Por isso é que lhes digo: vivam segundo o Espírito, e assim não farão mais o que os instintos egoístas desejam. Porque os instintos egoístas têm desejos que estão contra o Espírito, e o Espírito contra os instintos egoístas; os dois estão em conflito, de modo que vocês não fazem o que querem. Mas , se forem conduzidos pelo Espírito, vocês não estarão mais submetidos à Lei. Além disso, as obras dos instintos egoístas são bem conhecidas: fornicação, impureza, libertinagem, idolatria, feitiçaria, ódio, discórdia, ciúme, ira, rivalidade, divisão, sectarismo, inveja, bebedeira, orgias e outras coisas semelhantes. Repito o que já disse: os que fazem tais coisas não herdarão o Reino de Deus. Mas o fruto do Espírito é amor, alegria, paz, paciência, bondade, benevolência, fé, mansidão e domínio de si. Contra essas coisas não existe lei. Os que pertencem a Cristo crucificaram os instintos egoístas junto com suas paixões e desejos. Se vivemos pelo Espírito, caminhemos também sob o impulso do Espírito. Não sejamos ambiciosos de glória, provocando-nos mutuamente e tendo inveja uns dos outros." (Galatas, 5 - 16,26)

Se o senhor é CRISTÃO como eu, o Papa Bento XVI, os bispos do Brasil , os padres e muitos pastores de várias denominações, também deveria pregar a fidelidade ao Evangelho. São Paulo, em sua Carta aos Gálatas, mostra que estão contra o Espírito e contra o Evangelho: a permissividade, a promiscuidade, a infidelidade, o aborto e outras iniquidades pregadas pelos adeptos do comunismo e do maligno.

Jesus nos previne contra o demônio, que nos leva a transigirmos:

"Dizei somente: 'Sim', se é sim; 'não', se é não. Tudo o que passa além disto vem do maligno" (Mt 5,37).

Incluirei o nome do senhor em minhas orações, rogando a Jesus Cristo que remova os obstáculos que separam os CRISTÃOS VERDADEIROS, para que, todos juntos, possamos pregar o Evangelho em uníssono.

Dom Luiz Gonzaga Bergonzini
Bispo de Guarulhos


Dom Luiz Gonzaga Bergonzini
Bispo Diocesano de Guarulhos
www.domluizbergonzini.com.br

terça-feira, 19 de julho de 2011

Noticia: Médicos indicam aborto, mas casal se recusa e menina sobrevive


   Reprodução
Quando a inglesa Heather Skinner's estava com cerca de 21 semanas de gravidez, os médicos a aconselharam a interromper a gestação, pois dificilmente a menina, que já tinha ganhado o nome de Charley-Marie, sobreviveria. Por meio de exames, os especialistas descobriam que havia um tumor na parte esquerda do coração da garota, o que fazia com que o fluxo sanguíneo fosse prejudicado, noticiou o jornal britânico Daily Mail. Porém, Heather e o marido, Andy, decidiram que iriam ter a filha, pois preferiam que, se fosse mesmo o caso, a menina morresse naturalmente a induzir um aborto

Mesmo com a decisão, os médicos disseram para o casal iniciar os preparativos para o funeral. Eles ainda tiveram de contar aos outros cinco filhos que eles provavelmente não teriam mais uma irmãzinha. Heather disse ao jornal que quando soube da notícia, ela e o marido ficaram em um quarto do hospital e a única coisa que conseguiam fazer era chorar. Já em casa, contaram com o apoio de uma parteira que os ajudaria a lidar com o inevitável. 

“Todos os dias eu me perguntava se ela ainda estava viva dentro de mim”, contou Healther. Mas, contra todas as probabilidades, Charley-Marie surpreendeu os médicos e sobreviveu. Ela nasceu em janeiro do ano passado, três semanas antes do previsto. Imediatamente após o nascimento, a garota foi levada para a UTI do hospital para que fossem realizados exames no seu coração. O tumor ainda estava lá, contudo, de alguma forma, o coração da menina encontrou uma maneira de bombear o sangue. 

As primeiros 48 horas de vida de Charley-Marie foram críticas e família ficou sem saber o que aconteceria. Mas três dias após o nascimento, ela foi autorizada a ir para casa com os pais. A família, que esperava pelo pior, sequer tinha preparado o enxoval do bebê. “Não tínhamos nem comprado roupas para ela, apenas um cobertor que seria usado em seu enterro”, contou Andy ao jornal. 

Apesar da alegria inicial, os médicos novamente foram taxativos: a menina não sobreviveria ao primeiro aniversário. Com 5 meses, ela foi diagnosticada com esclerose tuberosa, uma doença rara que causa tumores benignos em órgãos vitais. Não há cura e os especialistas disseram que uma cirurgia não adiantaria. 

Mais uma vez contrariando as expectativas, Charley-Marie teve, sim, sua festa de aniversário de 1 aninho, com direito à família reunida e fogos de artifício. Hoje, aos 19 meses, a menina se comporta com qualquer criança de sua idade, segundo a mãe. “Os médicos não tem ideia do que vai acontecer com o coração dela. E nós apenas esperamos pelo melhor”, afirmou.